Quanto custa para regularizar um imóvel?

Faixa de preços

R$ 1.200 - R$ 4.500

Preço médio a nível nacional
Esses preços são indicativos e não levam em conta as mudanças periódicas do mercado. Por esse motivo, aconselhamos, sempre, a solicitar orçamentos a fim de obter preços personalizados.
Quanto custa para regularizar um imóvel?
R$ 1.000 R$ 1.200 R$ 4.500 R$ 25.000

Descubra quanto custa para regularizar um imóvel

Você quer comprar a casa, ponto comercial ou apartamento dos sonhos e agora está na dúvida sobre quanto custa regularizar um imóvel. Pois saiba que esse é um detalhe importante que precisa ser levado em consideração na hora de adquirir um imóvel.

Muita gente acaba esquecendo dessa questão e tendo problemas financeiros para deixar o novo bem regular. Principalmente quem opta por aquisição de bens na modalidade de financiamento.

"O ano de 2026 começou com mudanças históricas para quem possui um imóvel sem escritura (“contrato de gaveta”) ou em situação irregular. Uma combinação de reformas no Código Civil, novos prazos de digitalização dos cartórios e programas fiscais criou a chamada “Janela de Oportunidade da Regularização”. Se antes o processo de obter a escritura definitiva demorava de 5 a 10 anos na Justiça, as novas regras prometem reduzir esse tempo para meses, desde que o proprietário saiba usar as ferramentas certas. Abaixo, detalhamos as principais novidades que acabaram de entrar em vigor." (Paiva Nunes, 2026)
Índice

Quanto custa para regularizar um imóvel


As pessoas tendem a pensar apenas no valor do bem e se esquecem da parte de regularizar um imóvel que, aliás, pode pesar e muito no orçamento final.

Para evitar esse tipo de problema, continue lendo esse artigo e descubra quanto custa regularizar um imóvel.

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Quanto custa para regularizar um imóvel?

Para saber quanto custa regularizar um imóvel, você deve levar em conta os fatores descritos acima. Mas, existe uma forma prática de fazer esse cálculo.

Vamos supor que você queira regularizar uma casa padrão de 100m², a ser construída em área plana, sem recuo, na zona norte do Rio de Janeiro.

Nesse caso, haverá algumas restrições para o habite-se, como o ISS, por exemplo. Esse tributo será cobrado de acordo com o valor do CUB – Custo Unitário Básico, multiplicado pela área do imóvel e uma alíquota de 3%.

Sendo assim, caso o CUB gire em torno de R$ 700 reais por metro quadrado, o cálculo será:

100m² x 700x 3 / 100 = R$ 2.100,00
Não tem como saber de forma precisa quanto custa para regularizar um imóvel. Isso porque, como você viu acima, diversas variáveis são levadas em conta na hora de fechar o valor final. Desde os materiais, até a dimensão do projeto.

Os valores podem variar bastante, chegando a custar algo entre R$ 1.000 e R$ 7.000. Contudo, em alguns casos esse valor pode subir bastante, se aproximando aos R$ 25.000. Tenha em mente que todos os fatores citados anteriormente irão interferir nessa despesa.

Em muitos casos vale a pena contratar uma empresa especializada no setor imobiliário. Ela vai garantir que toda a documentação necessária seja providenciada, e que você tenha menos estresse e trabalho para regularizar o seu bem.

PREÇOS PARA REGULARIZAR IMÓVEIS

Situação Preço
Imóvel simples, com pouca pendência documental R$ 1.200 - R$ 4.500
Imóvel urbano com obras não averbadas R$ 4.000 - R$ 10.000
Imóvel de maior valor/alto padrão R$ 10.000 - R$ 25.000
Regularizações via REURB Social Aproximadamente R$ 3.000 - R$ 6.000

Certidão negativa de débitos

A CND é um dos documentos essenciais para deixar o imóvel regular. Ele é necessário para a realização da averbação da construção no registro de imóveis. Esse único documento pode chegar até R$ 2.000. e o valor dele também dependerá de uma série de outros elementos, como a quantidade de banheiros, por exemplo. Quanto mais cômodos do gênero mais caro ele ficará.

Imposto Sobre Serviço (ISS)

Esse é um tributo aplicado em todos os municípios do Brasil que varia conforme a localidade. Ele é um imposto relacionado ao processo de regularizar um imóvel. E a alíquota dele pode ser de 2% a 5% sobre o valor realizado.

O Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis, cobrado por prefeituras quando existe uma transferência de propriedade de um imóvel, por compra e venda, permuta e até herança também não deve ser esquecido. Atualmente em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA) e Porto Alegre (RS) o valor é de 3% sobre o valor venal do imóvel.

Projetos, plantas e outras certificações

Mais um dos fatores que você deve levar em consideração é que durante o processo de regularização serão necessários projetos, plantas e outras certificações. Esses documentos são importantes para que seja possível avaliar questões como a área construída ou até mesmo reformas no imóvel.

Esses elementos interferem em outros tributos que também precisam ser pagos, como o IPTU e o INSS.

Logo, esteja preparado para desembolsar um pouco mais para contratar um engenheiro para fazer toda essa parte de levantamento de dados que são necessários durante o processo.
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Região

Com toda a certeza a região onde o imóvel está, irá interferir diretamente nos custos para regularizar o bem. As regiões nobres com toda a certeza custam bem mais caro do que aquelas mais populares ou de menor padrão.

Além disso, regiões centrais também terão valores maiores. Isso porque esses valores acabam pensando no valor do imóvel como um todo.

Como a documentação para regularizá-lo pode custar em média de 2% a 10% do valor total, o preço desse processo pode ficar bem salgado.

Dimensões do terreno

Sim, as dimensões do terreno também irão interferir diretamente nos custos da regularização do imóvel. Mesmo que a área construída não seja tão grande, também é levado em consideração o tamanho do lote como um todo.

Área verde

Esse é um elemento que é uma verdadeira faca de dois gumes. Isso porque a área verde, dependendo do tamanho, pode diminuir muito a questão de regularização e tributação, ou aumentar drasticamente causando até mesmo o embargo da transação.

Em vários municípios brasileiros os donos de terrenos com área verde recebem descontos no IPTU para mantê-la. Contudo, se ela for muito extensa ou tiver espécies de árvores e plantas em extinção/protegidas, você pode ter que pagar a mais para regularizar tudo ou nem mesmo conseguir fazer o processo.

Como regularizar um imóvel com tranquilidade

Muita gente acaba quebrando a cabeça e passando por situações estressantes na hora de regularizar um imóvel. Isso porque são tantas coisas que precisam ser analisadas e levantadas que a tarefa se torna bem complexa.

Mas, se você deseja passar por essa etapa de aquisição de bem de maneira tranquila, confira abaixo algumas dicas:

  • Verifique a documentação antes da compra: não deixe para conferir se o proprietário tem toda a documentação necessária, como a escritura, no último minuto. Na verdade, essa verificação deve ocorrer ainda enquanto você busca por imóveis. Apenas verificando se ele realmente tudo o que é necessário para a regularizar um imóvel já será de grande ajuda.

  • Vá até a prefeitura da sua cidade: mais uma das dicas para saber quanto custa regularizar um imóvel e para fazer o processo de regularização de maneira tranquila, vá até a prefeitura da sua cidade. Nesse local você poderá se informar de forma detalhada sobre toda a documentação necessária, bem como valores de taxas. Esses valores de registro, transferência e regularização de imóveis variam muito de cidade para cidade. Além disso, a própria lei imobiliária pode mudar. Para evitar acabar esquecendo de alguma coisa e tendo problemas com o bem dos seus sonhos, visite a prefeitura e tire todas as suas dúvidas na Secretaria de Obras e Meio Ambiente.

  • Contrate um profissional: a verdade é que para regularizar um imóvel você precisará de uma série de documentos. Muitos deles, inclusive, precisam ser confeccionados levando em conta cada peculiaridade do bem. Logo, para evitar qualquer tipo de erro ou dor de cabeça, contrate um profissional. A princípio esse investimento será desnecessário. No entanto, levando em conta a quantidade de gastos adicionais e até mesmo multas que você irá evitar, compensa muito mais gastar um dinheirinho em um especialista.

  • Nunca omita nada no processo de regularização: muita gente omite fatos ou mente no processo de regularização para tentar pagar menos. Mas esse é um dos piores erros que você pode cometer. Isso porque, caso a prefeitura da cidade descubra, e provavelmente ela irá descobrir tendo em vista que existem uma fiscalização de imóveis, você terá que pagar uma multa gigantesca com taxas e juros altíssimos. O melhor é sempre fazer tudo de forma transparente.

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    Perguntas frequentes sobre regularizar um imóvel


    Quais são os principais custos envolvidos na regularização de um imóvel?

    Os custos são divididos em quatro pilares:
    1) Taxas da Prefeitura (alvarás, Habite-se e multas);
    2) Custas de Cartório (escritura, registro e averbações);
    3) Impostos e Tributos (como o ITBI e INSS da obra);
    4) Honorários Profissionais de engenheiros ou arquitetos para elaboração de projetos e laudos técnicos.

    O valor da regularização é sempre um percentual do valor do imóvel?

    Não é uma regra fixa, mas uma métrica de mercado. Imóveis com documentação "quase pronta" tendem a gastar menos (próximo a 2%). Já propriedades com obras não averbadas, dívidas de IPTU acumuladas ou necessidade de processos judiciais de usucapião podem chegar a 10% do valor do imóvel devido ao acúmulo de multas e honorários advocatícios.

    Quando vale a pena buscar a regularização via REURB e quais são as vantagens?

    A REURB (Regularização Fundiária Urbana) é indicada para núcleos urbanos informais consolidados. A grande vantagem é o custo: na modalidade Social (REURB-S), o poder público pode assumir as custas de registro e projetos para famílias de baixa renda, tornando o processo drasticamente mais barato e acessível do que a regularização individual comum.

    Quais riscos corro se não regularizar meu imóvel?

    Um imóvel irregular sofre uma desvalorização de 30% a 50% no mercado, pois não pode ser vendido via financiamento bancário. Além disso, o proprietário fica sujeito a multas municipais, enfrenta enormes dificuldades em processos de inventário ou doação e vive sob insegurança jurídica quanto à posse plena do patrimônio.


    Política editorial de Cronoshare

    A política editorial de Cronoshare se baseia na verificação de informações por meio de revisão por equipe e consulta a especialistas em cada área. A equipe editorial é especializada e contribui com seu ponto de vista graças à sua formação em áreas tão diversas como jornalismo, arquitetura, filologia e marketing. Se baseiam em três valores fundamentais: rigor informativo, qualidade de conteúdo e ética. Nossas fontes de informação são diversas, incluindo sites governamentais, associações profissionais, conselhos profissionais e dados, tanto internos quanto externos. Mais informações sobre nosso processo editorial e fontes.

    Os profissionais que prestem esse serviço devem apresentar algum dos seguintes documentos:

    • Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR)
    • CREA - AC (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do estado de Acre)
    • CREA - AL (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Alagoas)
    • CREA - AM (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas)
    • CREA - AP (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amapá)
    • CREA - BA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia)
    • CREA - CE (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará)
    • CREA - DF (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal)
    • CREA - ES (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espirito Santo)
    • CREA - GO (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Goiás)
    • CREA - MA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Maranhão)
    • CREA - MS (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Mato Grosso do Sul)
    • CREA - MT (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Mato Grosso))
    • CREA - PA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Parà)
    • CREA - PB (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraiba)
    • CREA - PE (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Pernambuco)
    • CREA - PI (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Piauí)
    • CREA - PR (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná)
    • CREA - RJ (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro)
    • CREA - RN (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte)
    • CREA - RO (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Rondônia)
    • CREA - RR (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Roraima)
    • CREA - RS (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul)
    • CREA - SC (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do estado de Santa Catarina)
    • CREA - SE (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do estado de Sergipe)
    • CREA - TO (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Tocantins)
    • CREA-MG (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais)
    • CREA-SP (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do estado de São Paulo)
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